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The Most Heretical Last Boss Queen: From Villainess to Savior: 2ª temporada ganha data de estreia

Animes

Elias Jr

26/02/2026 às 16:46

Ilustração do post: The Most Heretical Last Boss Queen: From Villainess to Savior: 2ª temporada ganha data de estreia

Os fãs de A Última Rainha Mais Herege: Da Vilã à Salvadora já podem marcar no calendário: a segunda temporada do anime estreia em 7 de abril no Japão, trazendo de volta a princesa Pride em mais uma rodada de reviravoltas dignas de jogo otome. O site oficial revelou o visual-chave da continuação, um novo membro do elenco, os artistas responsáveis pelos temas musicais e detalhes de exibição nas emissoras japonesas.

Baseado nas light novels de Tenichi com ilustrações de Suzunosuke, o anime continua a adaptação da história da vilã que decide subverter o próprio destino de “chefona final” para se tornar a salvadora de todos ao seu redor. A nova temporada promete expandir o universo do reino de Freesia, aprofundar relações entre personagens e explorar novas consequências das escolhas de Pride.

Visual-chave e novo personagem colocam o reino de Freesia em foco

O novo visual-chave da segunda temporada de A Última Rainha Mais Herege: Da Vilã à Salvadora destaca o clima de tensão política e emocional que deve guiar os próximos episódios, com Pride ao centro, cercada por aliados e potenciais rivais.

Arte promocional do anime The Most Heretical Last Boss Queen - From Villainess to Savior

Uma das principais novidades é a adição de Harrison ao elenco de personagens. O capitão da 8ª esquadra dos Cavaleiros do Reino de Freesia promete reforçar o núcleo militar da trama e trazer novos conflitos de lealdade e estratégia.

Designer de personagem do anime The Most Heretical Last Boss Queen - From Villainess to Savior

Harrison será dublado por Ryōta Suzuki, conhecido por papéis de destaque em outros animes populares. A presença do personagem tende a fortalecer o recorte de fantasia medieval e ampliar as tramas envolvendo os Cavaleiros de Freesia, peça-chave no equilíbrio de poder em torno de Pride.

Elenco retorna com reforços para a segunda temporada

Além de Ryōta Suzuki como Harrison, a nova temporada de A Última Rainha Mais Herege: Da Vilã à Salvadora mantém nomes já queridos pelo público. Shinnosuke Tachibana retorna como Leon, enquanto Hikaru Midorikawa continua no papel de Cedric, consolidando o núcleo masculino que gravita em torno da protagonista.

Essa continuidade de elenco ajuda a preservar o tom da primeira temporada, ao mesmo tempo em que o novo personagem adiciona frescor à dinâmica entre os cavaleiros, a família real e os interesses políticos por trás de cada movimento de Pride.

Estreia em abril: horários e canais de transmissão no Japão

A segunda temporada de A Última Rainha Mais Herege: Da Vilã à Salvadora estreia em 7 de abril na TV japonesa, com exibição em diferentes emissoras e faixas de horário:

Arte promocional do anime The Most Heretical Last Boss Queen - From Villainess to Savior

Na Tokyo MX, o anime vai ao ar às 22h (JST), atingindo o público de horário nobre de anime em Tóquio. Já na BS11, o episódio passa às 24h (meia-noite JST), enquanto a MBS exibe o título às 26h30 (2h30 da manhã JST), o que tecnicamente desloca parte da exibição para o dia 8 de abril.

Na primeira temporada, o anime foi licenciado internacionalmente pela Sentai Filmworks e transmitido via HIDIVE enquanto ia ao ar no Japão, com lançamento posterior em Blu-ray Disc em outubro de 2024. Ainda não foram detalhadas, nesta nova leva de informações, as plataformas oficiais de streaming para esta segunda temporada fora do Japão, mas a tendência é que o lançamento siga um modelo global semelhante.

Retroriron e Garakuta assinam as novas músicas-tema

A trilha sonora de abertura e encerramento é um dos pontos mais aguardados em qualquer nova temporada de anime, e em A Última Rainha Mais Herege: Da Vilã à Salvadora não é diferente. O tema de abertura, intitulado “Ego”, ficará por conta de Retroriron. A música promete acompanhar o conflito interno de Pride, dividida entre o destino de vilã e a escolha de se tornar salvadora.

Já o tema de encerramento, “Tarareba”, será interpretado por Garakuta. O encerramento tende a explorar o lado mais emotivo e reflexivo da narrativa, amarrando o drama romântico e os dilemas morais que marcam a jornada da protagonista.

Direção, roteiro e equipe técnica mantêm a identidade da série

Boa parte da equipe criativa da primeira temporada retorna, reforçando a ideia de continuidade estética e narrativa em A Última Rainha Mais Herege: Da Vilã à Salvadora. Norio Nitta, que já dirigiu a primeira temporada e também trabalhou em “Kami-sama Minarai: Himitsu no Cocotama”, volta ao comando da nova fase, novamente no estúdio OLM Team Yoshioka.

Nos roteiros, Deko Akao — conhecido por trabalhos em “Pokémon: Journeys” e “Noragami” — segue responsável pela composição da série, o que deve manter o equilíbrio entre o humor de isekai reverso de vilã, o drama de fantasia e as referências ao formato de jogo otome.

Hitomi Kōno retorna como designer de personagens, garantindo que a identidade visual de Pride, Leon, Cedric e dos demais continue fiel às novels e à primeira temporada, enquanto evolui com os novos arcos. Na composição musical, Hanae Nakamura, Tatsuhiko Saiki, Kanade Sakuma e Junko Nakajima seguem creditados, agora acompanhados por Misaki Tsuchida, Tsugumi Tanaka e Kaho Sawada, ampliando a paleta sonora da série.

Da vilã à salvadora: a história que virou queridinha entre fãs de otome games

A Última Rainha Mais Herege: Da Vilã à Salvadora adapta as light novels lançadas originalmente em inglês com o título “The Most Heretical Last Boss Queen: From Villainess to Savior”. A história acompanha Pride Royal Ivy, que aos oito anos percebe que foi reencarnada dentro de um jogo otome — justamente como a futura rainha malvada e chefona final.

Dotada de sagacidade afiada, poderes em nível de boss e enorme influência como princesa herdeira, Pride entende que, se seguir o roteiro original, vai espalhar desespero e destruição pelo reino. Ao encarar esse futuro tóxico, ela toma a decisão radical de abandonar o plano de vilã e usar todo o seu conhecimento “trapaceiro” de jogadora para proteger os interesses amorosos masculinos e salvar o máximo de pessoas possível.

O grande charme da obra está nesse contraste: a protagonista tem a ficha técnica de antagonista perfeita, mas escolhe quebrar o sistema de dentro, conquistando — pouco a pouco — a adoração do reino que deveria temê-la. Essa inversão de papéis ressoa forte com o público jovem acostumado a isekais, otome games e tramas de “vilã reencarnada”.

Origem nas novels, mangá e expansão do universo

A história original de A Última Rainha Mais Herege: Da Vilã à Salvadora começou como web novel em abril de 2018 no site Shōsetsuka ni Narō, um dos berços mais importantes de isekais e fantasies modernas no Japão. Tenichi segue publicando a obra por lá, mantendo o enredo em andamento e oferecendo material para futuras temporadas do anime.

Em junho de 2019, a Ichijinsha passou a publicar as novels em formato físico, com ilustrações de Suzunosuke, consolidando o título como franquia de fantasia de destaque entre as histórias de vilã reencarnada. No mercado internacional, a Seven Seas Entertainment licenciou tanto as light novels originais quanto a adaptação em mangá em inglês, ampliando a base de fãs fora do Japão.

A versão em mangá, assinada por Akiko Kawano, foi lançada na revista Monthly Comic Zero-Sum, da Ichijinsha, em junho de 2023 com o subtítulo “To The Savior”. Em março de 2025, o mangá foi relançado com um novo arco e título: “Higeki no Genkyō to naru Saikyō Gedō Last Boss Joō wa Min no tame ni Tsukushimasu. The Savior's Pride”, indicando uma fase focada ainda mais na protagonista e em sua transformação definitiva como salvadora.

O que esperar da segunda temporada

Com a manutenção da equipe técnica, o retorno do elenco principal, a entrada de um novo personagem chave como Harrison e a promessa de novas tramas políticas e emocionais, a segunda temporada de A Última Rainha Mais Herege: Da Vilã à Salvadora chega para consolidar o anime como um dos nomes mais interessantes dentro do subgênero de vilãs reencarnadas.

Enquanto os fãs aguardam mais detalhes sobre a distribuição fora do Japão e possíveis plataformas de streaming, o que já se sabe é que Pride Royal Ivy volta em abril com mais decisões improváveis, “trapaças” emocionais e tentativas de reescrever um destino que parecia imutável. Para quem curte fantasia, otome games e protagonistas que quebram o script, essa segunda temporada promete ser parada obrigatória na nova temporada de animes.

 

Fonte: Anime News Network

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